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Dicas do CECT (03/06/08)

(Extraídas da revista Metrologia e Qualidade)

 

 

1.  A certificação de pessoas, baseada em um sistema que estabeleça processos de avaliação legitimados, reconhecidos formalmente e amplamente aceitos, pode propiciar credibilidade e adequado grau de confiança na capacidade do profissional certificado, facilitando seu reconhecimento no mundo do trabalho.

 

2.    Os registros de não-conformidades devem ser considerados como indicadores para a análise crítica e melhoria do sistema de gestão da qualidade.

 

3.    É fundamental que um auditor tenha conhecimento do que vai auditar, experiência nas práticas de auditoria e muito bom senso. Para relatar uma não-conformidade o auditor deve ter evidências de que um requisito dos sistema de gestão da qualidade não está sendo cumprido. Auditor nunca “acha”. Auditor “pensa” em função das evidências coletadas.

 

4.  Se o mensurando não for definido de nada adianta começar a medir e investir tempo na medição a não ser que você tenha sorte e consiga medir o que era esperado que você realmente medisse.

 

5.  Definir bem o mensurando faz parte da estratégia de medição ou do planejamento da medição e é sem dúvida fundamental para que o trabalho seja bem sucedido. Portanto antes de começar a medir, ou calibrar ou ensaiar faça a pergunta: “o mensurando está bem definido?”

 

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Revista Metrologia e Qualidade

 

O CECT publica mensalmente a revista Metrologia e Qualidade.

 

A revista está recheada de artigos técnicos, dicas, oportunidades, novidades, notícias, classificados, lista de eventos, livros da área, entre outros.

 

Seu grande diferencial é que todos os artigos técnicos serão escritos e aprovados para publicação por especialistas na área dando credibilidade as informações e segurança para o leitor.

 

A revista publica informações úteis para o leitor relacionadas à:

 

- Metrologia e Confiabilidade Metrológica

- ISO 9000 e ISO/IEC 17025

- Auditoria de Sistema da Qualidade

- Calibração, ajuste e verificação de instrumentos de medição,

- Metrologia na área de saúde

- Instrumentação

- Vocabulário Internacional de Metrologia

- Ensaios físicos e químicos,

- Metrologia Química,

- Condições ambientais para laboratórios

- Tecnologia de Medição por Coordenadas,

- MSA,

- Incerteza de medição e muito mais.

 

Faça a assinatura e desfrute de informações atualizadas a cada mês que lhe ajudarão nas atividades diárias.

Para assinar a revista clique aqui.

 

Dicas do CECT (02/02/08)

(Extraídas da revista Metrologia e Qualidade)

 

  1. O ambiente onde se processam ensaios químicos cria riscos específicos para a operação de computadores e armazenagem das mídias de computador. Recomendações normalmente podem ser encontradas nos manuais de operação, porém, cuidados especiais devem ser adotados visando evitar danos provocados por produtos químicos, contaminação microbiológica ou por poeira, aquecimento, umidade, e campos magnéticos.

 

  1. Para muitos tipos de análises, a calibração pode ser realizada utilizando-se materiais de referência preparados no laboratório, a partir de produtos químicos de pureza e composição conhecidas. Alguns produtos químicos podem ser adquiridos com um certificado do fabricante declarando a pureza do material.

 

  1. A calibração de vidrarias volumétricas normalmente se refere a um solvente específico a uma temperatura específica. A calibração raramente é válida quando as vidrarias forem usadas com outros solventes, devido às diferenças nas densidades, características de molhabilidade, tensão superficial etc.

 

  1. A principal tarefa na atribuição de um valor para a incerteza de uma medição é a identificação das fontes relevantes de incerteza e a atribuição de um valor a cada contribuição significativa.

 

  1. O laboratório deve assegurar que os padrões, materiais de referência e reagentes são corretamente identificados e armazenados. Onde apropriado, devem ser aplicadas (anotadas) as datas de “abertura” e de validade.

 

  1.  O ambiente do laboratório deve ser suficientemente desobstruído (não abarrotado), limpo e arrumado, de modo a assegurar que a qualidade do trabalho desenvolvido não seja comprometida.

 

  1. O desenvolvimento da Metrologia Química ocorreu, no cenário mundial, a partir de 1993 com a criação do Comitê Consultivo para Quantidade de Matéria (CCQM), no fórum do BIPM, na França.

 

  1. A NBR ISO/IEC 17.025 requer que os laboratórios avaliem sua incerteza de medição. Existe também um requisito para divulgar a incerteza de medição em circunstâncias especificas, por exemplo, quando ela for relevante para interpretação do resultado do ensaio (o que é muitas vezes o caso). Assim, a declaração da incerteza de medição em relatórios de ensaios deve se tornar prática comum no futuro.

 

  1. Fundamental para o processo de avaliação de incerteza de medição é a experiência do metrologista em determinar quais as fontes de incertezas são fundamentais em cada processo de medição. Na internet tem bons artigos, mas há outros que não valem a sua atenção. Todo o cuidado é pouco!

 

  1. A avaliação da incerteza de medição pode ser considerada como uma tentativa de definir, em concordância com regras padrões, os limites ‘razoáveis’ do resultado de medição obtido.

 

  1. A incerteza de medição é parte integrante do processo de estabelecimento da conformidade de produtos, como pode ser verificado a partir do que declara a norma ISO 14253-1:1998. 

 

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Dicas do CECT (11/01/08)

 

  1. A reprodutibilidade dos resultados passa obrigatoriamente pela qualidade das informações dos procedimentos técnicos. O laboratório deve documentar procedimentos internos com detalhes suficientes para garantir reprodutibilidade de resultados.

 

  1. Um processo de treinamento planejado e sistemático pode dar uma importante contribuição para auxiliar uma organização a melhorar suas capacidades e para alcançar seus objetivos da qualidade.

 

  1. O envolvimento apropriado do pessoal cuja competência está sendo desenvolvida, como parte do processo de treinamento, pode favorecer um sentimento de co-autoria deste processo, tornando este pessoal mais responsável por assegurar o seu sucesso.

 

  1. Recomenda-se que todo fornecedor potencial de treinamento, externo ou interno, seja submetido a um exame crítico antes de ser selecionado para fornecer o treinamento.

 

  1. A Bíblia também tinha preocupações metrológicas: Não façais nada contra a equidade, nem no juízo, nem na regra, nem no peso, nem na medida. Seja justa a balança e justos os pesos; seja justo o alqueire e justa a medida (Levítico, 19, 35-36)

 

  1. Ao escrever as unidades de medida, os valores entre +1 e -1 são sempre singulares. O nome de uma unidade só passa ao plural a partir de dois (inclusive). Exemplos: 0,1 kilograma  / 1,5 kilograma

 

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DICAS DO CECT

 

1. “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito” (Aristóteles)

 

2. Ao elaborar documentos da qualidade procure utilizar muitas imagens através de fotos, desenhos, fluxogramas, diagramas, gráficos, etc...Imagens falam por mil palavras o que significa muitas vezes facilitar o entendimento daquilo que se quer comunicar. Além disso, a grande maioria das pessoas prefere a comunicação visual à escrita.

 

3. O Controle Estatístico de Processo – CEP é uma ferramenta muito interessante de ser utilizada para análise dos resultados da estabilidade dos instrumentos de medição com o tempo, através do uso da carta de controle da média e amplitude.

 

4. “Não são os objetivos que levam a empresa até onde ela vai; são as pessoas”(Jack Welch).

 

5. NBR ISO/IEC 17025: Recomenda-se que o manual da qualidade do laboratório tenha a mesma estrutura da NBR ISO/IEC 17025, ou seja, que haja coincidência entre os itens do manual com os itens da norma. Por exemplo,  deve haver um item 4.1 no manual que seja denominado de “organização” que corresponde ao item 4.1 “organização” da norma, e assim sucessivamente. Dessa forma fica fácil elaborar o manual, auditá-lo e revisá-lo periodicamente.

 

6. Confiabilidade Metrológica: Um dos fatores mais importantes para a confiabilidade dos resultados é a interpretação adequada dos certificados de calibração. Basicamente duas informações são importantes: os valores dos erros de medição ou tendência do instrumento de medição e a incerteza de medição da calibração declarada no certificado. A primeira é importante para a correção de erros e a segunda é fator fundamental para a avaliação da incerteza do resultado de medição.

 

7. Confiabilidade Metrológica: Os manuais dos fabricantes trazem informações úteis para a confiabilidade de resultados. É comum os manuais informarem o quanto o comportamento do instrumento de medição se altera com a temperatura ou com o tempo. Estas informações são fundamentais para correção de erros e para a avaliação da incerteza de medição do resultado.

 

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